PENSAMENTO PEREGRINO
Da minha frota as naves estelares,
Os espaços descobrem do infinito
E deixam no Universo em seus altares
O imaginário próprio e o próprio mito.
Não saio do lugar, mas minhas naves
Percorrem as distâncias mais distantes.
Os meus versos do cosmos têm as chaves,
Como dos mares eles tinham dantes.
Os povos diferentes d’outros pólos
Ora recebem bem, ora com guerra
E as naves lá estão em vôos solos,
Com saudades de todos e da terra.
Comando, desta forma, os pensamentos,
Peregrino dos astros e dos ventos.
Santana de Parnaíba, 01/03/2010.
Ives Gandra
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domingo, 24 de outubro de 2010
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