SONHAR
Quantos sonhos já tive em minha vida?
Quantas vezes vivi-os sem saber?
A distância não faz ser esquecida
A imagem que penetra este meu ser.
Pensei já ter vivido no passado,
Empunhando as espadas medievais,
Cavalgando um cavalo já selado
Com armas e brazões de samurais.
Na luta descobria a descoberta,
Que se descobre atrás do próprio sonho.
Um sonho que refaz a senda incerto
Nos versos em que os dias eu reponho.
Eu sonho, muitas vezes, todo o dia
Num sonho que meu verso não recria.
Jaguariúna, 14/02/2010.
Ives Gandra
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domingo, 24 de outubro de 2010
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